• Assine (35) 3529-2750

    Fale Conosco contato@folhadamanha.com.br

    WhatsApp (35) 9 8859-0028

    Passos
    ESCOLHA UMA CIDADE

    Passos

    18º MIN 28º MÁX
    ÁREA DO
    ASSINANTE
    ESQUECEU SUA SENHA?
    Você receberá em seu e-mai uma nova senha para login.
    

    Assine 35 3529-2750

    Fale Conosco contato@clicfolha.com.br

    WhatsApp 35 9 9956-5000

    
    12/11/2016 06h30 - Atualizado em 11/11/2016

    Como escolher o seu próximo smartphone

    André Cáceres
    Smartphones mdios de hoje tm especificaes de celulares top de um ano e meio ou dois anos atrs
    Smartphones médios de hoje têm especificações de celulares top de um ano e meio ou dois anos atrás

    Comprar um smartphone não deve ser um ato impulsivo. É fundamental que o consumidor pesquise cada aspecto dos aparelhos para decidir o celular ideal para seu perfil de uso. “Hoje é muito mais importante identificar os recursos de que você precisa do que comparar especificações”, aconselha Renato Franzin, pesquisador do Laboratório de Sistemas Integráveis (LSI) da Escola Politécnica da USP.

    Para ele, é muito difícil colocar lado a lado produtos de marcas diferentes, pois o mercado atual é dividido de maneira heterogênea e os aparelhos são lançados para nichos específicos. “Smartphones médios de hoje têm especificações de celulares top de um ano e meio ou dois anos atrás”, pondera o especialista.

    Em vez de se basear apenas pelas especificações técnicas, o consumidor precisa entender as atividades que mais precisa realizar e quais serão os recursos mais utilizados. “Se você não fala no telefone e só usa para mensagens, é um usuário diferente de alguém que liga muito ou uma pessoa que faz entregas e passa o dia inteiro no Waze, por exemplo”, afirma Franzin.

    O pesquisador explica que os atributos dos aparelhos por si só não permitem determinar qual é melhor ou pior. Por exemplo, uma câmera com menor número de megapixels pode capturar imagens melhores dependendo da qualidade de sua lente ou do zoom digital. Da mesma forma, dois celulares com a mesma capacidade de bateria podem ter autonomia diferente por conta da forma com que gerenciam o gasto de energia.

    “Boa parte do desenvolvimento que está sendo feito é voltado para fazer uso mais aprimorado de energia, para que você consiga usar a mesma bateria por mais tempo”, diz Franzin. Portanto muitos dos aspectos do smartphone são interdependentes, como o processamento e a memória RAM. “Os dois funcionam juntos, é difícil você separar um do outro”, avalia o especialista. 

    Mais sobre a editoria

    Guia da Cidade
    INCLUA SEU ESTABELECIMENTO

    Assine (35) 3529-2750

    Fale Conosco contato@folhadamanha.com.br

    WhatsApp (35) 9 8859-0028

    © 1984 - 2017 Folha da Manhã. Todos os direitos reservados.
    Desenvolvido por Mediaplus