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    14/08/2016 06h30 - Atualizado em 13/08/2016

    Saiba como adaptar cores em ambientes mais neutros

    A sala pode ganhar ateno especial no que diz respeito s tonalidades que sero usadas e podem dar um tom todo diferente ao espao
    A sala pode ganhar atenção especial no que diz respeito às tonalidades que serão usadas e podem dar um tom todo diferente ao espaço

    Existem princípios que levam a uma decoração mais coerente, elegante e racional e menos cansativa e fora do contexto. Mas nem tudo são regras que devem ser seguidas. Quebrar algumas delas pode trazer personalidade ao espaço, deixá-lo mais com a cara do dono e ainda garantir mais alegria ao espaço. Uma delas diz respeito às cores: ousar nas tonalidades mais fortes em ambientes que tradicionalmente recebem cores mais claras e neutras pode quebrar a monotonia. Com cuidado e sem exagero, é possível fazer essa adaptação sem errar na decoração.

    Um exemplo clássico é o quarto do bebê. Geralmente este espaço ganha cores claras e neutras ou até mesmo tons pastéis com objetivo de deixar o clima mais suave e calmo, assim como o próprio bebê. Mas o quarto infantil pode também receber uma tonalidade mais forte sem deixar o clima de paz de lado. “A cor clara remete a limpeza, traz claridade e amplitude. Mas usar cores vibrantes e sortidas na decoração do quarto do bebê pode estimular e trazer alegria ao espaço, são propostas diferentes”, afirma a arquiteta Carol Wambier, do escritório Dobra Arquitetura e Design.

    Outros dois ambientes que também podem ter um toque bem colorido é a cozinha e o banheiro. Mas é preciso muito cuidado para não exagerar e tornar o ambiente cansativo. “Eu sempre sugiro escolher uma ou duas regiões a serem coloridas. Por exemplo, se o piso é um ladrilho hidráulico colorido, o melhor é escolher paredes brancas e optar por uma estante com cor. Ou, se as marcenarias são todas brancas, pode-se colocar a região entre a bancada e os armários superiores com uma pastilha colorida ou escolher somente uma parede para ter cor”, explica a arquiteta.

    Os banheiros costumam ser ambientes menores e mais fechados, portanto todo cuidado é pouco para não exagerar e errar, deixando a sensação de que o espaço é menor. “Escolha uma parede pequena para colocar a cor escolhida ou coloque a tonalidade mais forre no fundo de um nicho para shampoo ou na região ao redor do espelho. Em geral, azuis e verdes remetem a limpeza e água”, sugere Carol.

    O lavabo também merece atenção, apesar de ser um espaço que cabe mais ousadia. “Este é o lugar para ousar com tudo. Paredes todas pretas e papel de parede de florzinha em todas as paredes despontam como lindas opções. Vale a pena fazer algo na moda e não ter medo de arriscar pois é um ambiente menos usado e em geral menor”, acrescenta a arquiteta.

    Carol Wambier ainda dá dicas para não errar com a cozinha. “Tente usar cores que combinam com comida, como o amarelo, verde e laranja. Usar azulejos estampados sempre remete à cozinha de fazenda ou serra onde temos lembranças de boas comidas”, ressalta.

    A sala pode ganhar atenção especial no que diz respeito às tonalidades que serão usadas e podem dar um tom todo diferente ao espaço, deixando-o mais organizado e simpático. “Neste espaço, tente organizar as cores para separar os ambientes. Por exemplo, pintar duas paredes que se encontram comunicando que aquele ali é o canto da leitura”, diz. Porém, a arquiteta faz um alerta. “Tente não pintar com uma cor forte a parede oposta à entrada de luz no ambiente. Quando isso é feito, a casa fica toda tingida desta cor pois vai refletir atonalidade com a entrada de luz e pode dobrar o efeito colorido desta parede”, complementa.

    Outros ambientes também merecem atenção quando o assunto é a cor a ser usada. “No hall ou corredor, escolher o teto para colorir pode causar uma impressão ótima. Escolher uma parede ao fundo também faz com que estes ambientes pequenos ganhem profundidade”, afirma Carol. Já o quarto, que deve ser um espaço mais íntimo e acolhedor, é preciso cuidado para que a cor não deixe o ambiente cansativo. “É legal usar a cor mais forte atrás da cama e, desta forma, a pessoa olha menos para ela”, sugere a arquiteta.

    Manter o espaço de forma tradicional com cores neutras como protagonistas, mas sem perder o contraste com algo mais alegre e colorido também é possível em qualquer que seja o ambiente. “Neste caso, é possível sair do usual colorindo os móveis ao invés das paredes e pisos”, complementa Carol. Porém, não precisa ser um festival de móveis coloridos no ambiente. Pode escolher um para criar um contraste.

    Como combinar
    A roda de cores é uma ferramente que pode auxiliar na escolha da combinação das cores. Ela é composta pelas cores primárias, secundárias e terciárias, azul, amarelo, vermelho, verdem laranja, roxo, azul esverdeado, azul violeta, amarelo esverdeado, amarelo alaranjado, vermelho alaranjado e vermelho violeta. O branco, o preto e o cinza são as cores neutras.

    Baseado no círculo, é possível acertar nas combinações. A arquiteta Carol Wambier afirma que, de uma forma geral, as combinações de cor para decoração seguem três regras simples. “A primeira é escolher uma cor e trabalhar com ela em contraste com materiais naturais. Por exemplo, no mesmo ambiente pode-se usar uma parede preta, uma poltronapreta e uma mesa de centro na mesma cor. O restante teria cores de madeira, branco e palha. É importante que a cor se repita em pelo menos três coisas no ambiente para que ela comunique que ela é a cor dominante escolhida”, alerta.

    Uma segunda possibilidade, segundo ela, é escolher cores análogas na cartela cromática. “Três tonalidades está bom. Por exemplo, em um espaço podemos usar um sofá vermelho, almofadas rosas e tapete laranja.

    Vai ficar bastante alegre, mas muito bonito”, garante. A terceira e última dica é escolher duas cores opostas na cartela cromática. “Estas cores sempre combinam e se complementam. Por exemplo, laranja e azul, verde limão e beringela e amarelo e roxo”,conclui Carol.

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